Pular para o conteúdo principal

#Escutehoje: I Won't Let You Go (Switchfoot)




Tradução (Vagalume):
Quando parece que a cirurgia
E queima como terceiro grau
E você quer saber o que é que vale a pena ?
Quando seu interior quebrando em
E você sente aquela dor novamente
E você se pergunta
O que está dando à luz ?

Se você pudesse deixar a dor do passado ir
da sua alma
Nada disso está em seu controle

Se você só podia baixar a guarda
Você poderia aprender a confiar em mim de alguma forma
Eu juro, que eu não vou deixar você ir
Se você só poderia deixar passar as suas dúvidas
Se você pudesse apenas acreditar em mim agora
Eu juro, que eu não vou deixar você ir
Eu não vou deixar você ir

quando o terror é a moeda
E você sente essa urgência
Você quer a paz, mas não há guerra em sua cabeça
Talvez que é onde nasce a vida
Quando nossas fachadas estão rasgadas
Dor dá à luz a promessa adiante

Se você pudesse deixar a dor do passado ir
da sua alma
Nada disso está em seu controle

Se você só podia baixar a guarda
Se você pudesse aprender a confiar em mim de alguma forma

Eu juro, que eu não vou deixar você ir
Se você só poderia deixar passar as suas dúvidas
Se você pudesse apenas acreditar em mim agora
Eu juro, que eu não vou deixar você ir
Eu não vou deixar você ir

eu sempre estarei ao seu lado
Eu não vou deixar você ir

Não há escuridão suficientemente forte
Isso poderia rasgá-lo fora do meu coração
Não há nenhuma força que é forte o suficiente
Isso poderia destruir o amor distante
Nunca vou deixar você ir

Não, eu não vou deixar você ir

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Leia mais: Saudade para quê?, Serginho Groisman

Existem jovens que sentem nostalgia por não ter sido jovens em gerações passadas. Saudade do enfrentamento com os militares dos anos 70, da organização estudantil nas ruas, do sonho socialista – comunista – anarquista – marxista – leninista. Ter saudade da ditadura é ter saudade de conhecer a tortura, o medo, falta de liberdade e a morte. Ser jovem naquela época era coexistir com a morte, ver os amigos ser tirados das salas de aula para o pau-de-arara, para o choque elétrico, para as humilhações. Da mesma forma, quem sente nostalgia dos anos 80 se esquece do dogmatismo limitante das tribos daqueles tempos, fossem punks, góticos ou metaleiros. Hoje, é a vez dos playboys – patricinhas – cybermanos – junkies, das raves, do crack, da segurança dos shoppings e do Beira-Mar. Um cenário que pode parecer aborrecido ou irritante para muita gente que tem uma visão romântica de outras décadas. Mas nada melhor que a liberdade que temos hoje para saber qual é a real de uma juventude e de uma soci…

O sonho impossível

Muitas sonham com aquele vestido. Eu mesma já sonhei. A porta de madeira, a melodia simples e serena, o dia apressado, o medo, o passo entrando, os olhos me olhando, as flores nas minhas mãos, o véu arrastando no chão... e, finalmente, meu pai entregando minha mão ao meu esposo.
Muitas sonham com o dia do casamento, mas ele, na maioria das vezes, não passa disso. Um sonho. Um sonho impossível. Meu pai não é um pai de verdade e nós dois juntos somos tão estranhos um com o outro como qualquer estranho que se aproxime. Talvez, mais estranhos do que isso, afinal muita história por trás nos lembra quem realmente somos e o que fizemos com as pessoas que amávamos.
Meu noivo está lá, ao lado do padre, me esperando. Lágrimas descem dos meus olhos, mas é de felicidade. Aquele momento é perfeito e único. O único momento perfeito do casamento, na verdade. Depois disso, as brigas, as raivas, os problemas, os defeitos e os excessos estragam, corroem e nos prendem, e o casamento se torna um peso e os …

A descoberta

Estava passando pelo shopping, rápido e com bastante pressa. Havia pouca gente ao meu redor e ao virar em outro corredor não havia mais ninguém além de mim. Estranhei, mas não me incomodei: ao contrário, gostava da minha presença e ninguém atrapalharia meu caminho. Eu tinha pressa. 
Olhei no relógio e, sem perceber, olhei-o novamente. Meus pensamentos não pareciam focar naquele momento, a ansiedade com o novo cargo na empresa me tomava por completa! Feliz? É, talvez sim. Não! Com certeza. Estufei o peito. Cabeça erguida, pensamentos nas economias e compras que poderia fazer, na pressa em chegar logo, olhava para as vitrines sem notar roupas, calçados, joias ou mesmo os espelhos imensos que tornavam a decoração um tanto estranha. E por que eu demorava tanto a chegar ao elevador? Bem, fosse por isso que ninguém ia por ali.
Dei de ombros. Nada atrapalharia meu dia. Nem mesmo uma velha senhora que se arrastava e fazia um barulho ensurdecedor ao arrastar pelo chão algo de metal. Estava em…